Apesar de ter “Boy” no nome, a grande parte das aventuras de HELLBOY já o mostram como adulto e experiente investigador do BPDP. Mas nem sempre foi assim.

Em Hellboy e o BPDP 1952, Mike Mignola se junta ao artista Alex Maleev (famoso por um run com outro herói de chifres curtos…), para mostrar a primeira aventura do Vermelhão junto com outros investigadores do Bureau.

Sem nem uma década de vida, HB foi incumbido por seu pai, o professor Trevor Bruttenholm de seguir com uma equipe para terras brazucas a fim de investigar uma atividade paranormal ocorrendo no interior da floresta amazônica.

É curioso como Mignola escreve uma aventura de Hellboy no Brasil sem cair em muitos clichês. Temos uma história onde vemos algumas pinceladas da cultura local (de mitos que você pode até não conhecer), enquanto vemos o protagonista aprendendo a ser herói. A arte de Maleev consegue ao mesmo tempo encaixar com excelência no clima da história, mantendo o tom sóbrio de Mignola, mas também retendo seu estilo sóbrio e próprio.

Para a primeira aventura do HB cronologicamente falando, não dá para negar que é uma baita leitura. Ao mesmo tempo que consegue agradar leitores antigos, também pode ser uma perfeita porta de entrada para novos fãs do Vermelhão.

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Tadeu Ferreira
tadeu.ferreira@mythoseditora.com.br

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